Giselle Martins, psicóloga clínica e neuropsicóloga, sentada no consultório em São Paulo
Giselle Martins de Almeida · CRP 06/132.406

Escolhi a psicologia por um motivo simples de dizer e difícil de fazer: acho que ninguém deveria precisar atravessar as coisas mais pesadas da vida sozinho. O que eu ofereço não é uma técnica que resolve você por fora, é uma pessoa disposta a ficar junto enquanto você entende o que está acontecendo por dentro.

A abordagem, sem jargão

Trabalho na abordagem fenomenológica-existencial. Na prática isso significa que eu não chego com um protocolo pronto para aplicar em cima de você. Não parto do manual e sim da sua experiência: de como você vive o que vive, com as palavras que você usa. É daí que a gente constrói.

Isso muda o ritmo da terapia. Não existe lição de casa obrigatória nem meta de semanas para "ficar bem". Existe um encontro por semana em que você fala e alguém escuta de verdade e, aos poucos, o que estava embolado começa a ganhar nome e contorno. Dar nome ao que pesa é o que devolve alguma escolha para você.

O que a neuropsicologia acrescenta

Minha pós-graduação é em neuropsicologia e neurociência, e passei um período nas Interligas de Psiquiatria da Santa Casa de São Paulo. Isso não me torna médica e não muda a natureza do meu trabalho, que segue sendo clínico. Mas significa duas coisas concretas para quem senta na minha frente.

A primeira: eu entendo o que a ansiedade faz no corpo. Quando você descreve o coração acelerado, a mandíbula travada, o estômago fechado antes de uma reunião, eu não trato isso como detalhe secundário: é informação clínica.

A segunda, e talvez a mais importante: eu sei reconhecer quando um quadro pede também acompanhamento médico ou psiquiátrico, e falo isso com você abertamente. Terapia não compete com medicação, e um profissional que não sabe apontar o próprio limite não está protegendo você.

Se você já faz acompanhamento psiquiátrico, a terapia soma. Se nunca fez e eu achar que faz sentido avaliar, eu digo, e a decisão continua sendo sua.

Formação e registro

CRP 06/132.406 · Conselho Regional de Psicologia Registro ativo e verificável no cadastro nacional do CFP
Psicologia · Universidade Anhanguera de São PauloGraduação
Neuropsicologia e NeurociênciaPós-graduação
Interligas de Psiquiatria · Santa Casa de São Paulo2015
Abordagem Fenomenológica Existencial HumanistaLinha de formação clínica

Ética, sigilo e limites do trabalho

Tudo o que você me conta é protegido pelo sigilo profissional previsto no Código de Ética do Conselho Federal de Psicologia. Isso vale para as sessões e também para as mensagens trocadas antes de você decidir começar. As sessões não são gravadas.

O atendimento online segue a Resolução CFP nº 11/2018 (e-Psi), que regulamenta a psicoterapia por videochamada no Brasil. Você pode conferir meu registro a qualquer momento no cadastro do CFP. É público e leva menos de um minuto.

Por fim, algo que costumo dizer logo no começo: a relação terapêutica precisa de encaixe. Se depois de alguns encontros você sentir que não é comigo, pode me dizer com tranquilidade, e se quiser eu ajudo a encontrar outro profissional. Isso não me ofende: faz parte do cuidado.

Como é uma sessão comigo

Cerca de 50 minutos, em geral uma vez por semana, num horário fixo que combinamos conforme a sua rotina. Presencial em São Paulo ou online por videochamada, e dá para alternar entre os dois quando a semana apertar.

Você não precisa chegar com um roteiro pronto nem saber nomear o que sente. Se travar, eu ajudo a destravar: isso é parte do trabalho, não um problema seu. E a primeira conversa, aquela por mensagem antes de qualquer agendamento, não compromete você a nada.

Quer conversar antes de decidir?

Me manda uma mensagem contando o que está pesando. Eu respondo pessoalmente, tiro suas dúvidas e passo valores e horários, sem compromisso.

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